Ola pessoal.
Neste ano gostaria de falar um pouco sobre a lactose. A cada dia que passa ouvimos falar de alguém que é alérgico ou intolerante a LACTOSE.Por isso hoje trouxe a receita de Leite de Amendoas (leite vegetal)
Em Agosto de 2014 descobri que meu filho é alérgico, e foi muito difícil fazer a troca de alimentos, pois ele não pode comer nada que tenha leite.Então gostaria de compartilhar este momentos e algumas receitas que estão me ajudando muito com vocês.
Gostaria de deixar aqui algumas matérias explicando um pouco sobre a diferença entre estas 2 doenças.
No final tem o video!
QUAL A DIFERENÇA ENTRE INTOLERÂNCIA À LACTOSE E
ALERGIA AO LEITE DE VACA?
Essas duas patologias,
são frequentemente confundidas pelo fato de ter um alimento causador em comum: O LEITE!
são frequentemente confundidas pelo fato de ter um alimento causador em comum: O LEITE!
Embora os sintomas possam ser parecidos, é importante saber
diferenciar a alergia da intolerância, pois os tratamentos são diferentes e ambas necessitam de acompanhamento médico e nutricional.
diferenciar a alergia da intolerância, pois os tratamentos são diferentes e ambas necessitam de acompanhamento médico e nutricional.
A Intolerância à lactose
ocorre porque o organismo não produz ou produz pouca quantidade da
enzima lactase, responsável pela digestão da lactose. A falta dessa enzima
favorece o acúmulo da lactose no intestino, onde atrai água, ocorre fermentação
por bactérias, provocando diarréia, gases, cólicas e distensão abdominal. Pode
ser genética ou surgir em outras situações, como após quimioterapia,
radioterapia, doenças gastrintestinais, entre outras. Neste segundo caso pode
ser transitória ou não. Geralmente quando persiste, tende a piorar com a idade.
ocorre porque o organismo não produz ou produz pouca quantidade da
enzima lactase, responsável pela digestão da lactose. A falta dessa enzima
favorece o acúmulo da lactose no intestino, onde atrai água, ocorre fermentação
por bactérias, provocando diarréia, gases, cólicas e distensão abdominal. Pode
ser genética ou surgir em outras situações, como após quimioterapia,
radioterapia, doenças gastrintestinais, entre outras. Neste segundo caso pode
ser transitória ou não. Geralmente quando persiste, tende a piorar com a idade.
O que se sente? É variável de pessoa a pessoa e de acordo com aquantidade ingerida. Assim, a maioria dos deficientes de lactase pode ingerir o equivalente a um oudois copos de leite ao dia, desde que com amplos intervalos e não diariamente.
Ainda que minoritários, não são raras as pessoas que, desde pequenas, evitam ou
não gostam do leite, mesmo sem se darem conta que são assim porque o leite e
derivados lhes faz mal.
Os pacientes percebem aumento de ruídos abdominais,
notam que a barriga fica inchada e que eliminam mais gases. Quando a dose de
leite ou derivados é maior surge diarréia líquida, acompanhada de cólicas. A
queixa de ardência anal e assadura é porque a acidez fecal passa a ser intensa
(pH 6,0).
A maioria dos pacientes que só tem intolerância a lactose, não tem evidências
de desnutrição, nem mesmo maior perda de peso. Quando isso ocorre, pode haver a
associação da intolerância com outras doenças gastro-intestinais.
notam que a barriga fica inchada e que eliminam mais gases. Quando a dose de
leite ou derivados é maior surge diarréia líquida, acompanhada de cólicas. A
queixa de ardência anal e assadura é porque a acidez fecal passa a ser intensa
(pH 6,0).
A maioria dos pacientes que só tem intolerância a lactose, não tem evidências
de desnutrição, nem mesmo maior perda de peso. Quando isso ocorre, pode haver a
associação da intolerância com outras doenças gastro-intestinais.
Como o médico faz o diagnóstico? Freqüentemente a intolerância à lactose é sugerida
pela história clínica, principalmente quando os dados são definidos e
especificamente perguntados.
A diminuição de sintomas após algumas semanas de dieta livre de lactose serve
como teste diagnóstico/ terapêutico.
como teste diagnóstico/ terapêutico.
O Teste de Tolerância à Lactose é o usado em nosso
meio, pois não dispomos do Teste Respiratório, tido com o mais sensível e
certamente o mais simples dos métodos.
Entre nós, o paciente recebe para beber um copo d'água contendo de 50 a 100 g
de lactose e lhe é tirado sangue quatro a cinco vezes no espaço de duas horas.
Quando a diferença entre a dosagem sangüínea da lactose de jejum e o pico da
curva das demais medidas se mostrar menor de 20 mg%, o teste tem "curva
plana" e é considerado positivo, indicando má absorção de lactose nessas
pessoas.
meio, pois não dispomos do Teste Respiratório, tido com o mais sensível e
certamente o mais simples dos métodos.
Entre nós, o paciente recebe para beber um copo d'água contendo de 50 a 100 g
de lactose e lhe é tirado sangue quatro a cinco vezes no espaço de duas horas.
Quando a diferença entre a dosagem sangüínea da lactose de jejum e o pico da
curva das demais medidas se mostrar menor de 20 mg%, o teste tem "curva
plana" e é considerado positivo, indicando má absorção de lactose nessas
pessoas.
Há possibilidade de erro nos diabéticos, entre outros.
A ocorrência de diarréia, ainda no laboratório e ou nas primeiras horas a
seguir, reforça a conclusão de diagnóstico positivo para intolerância à
lactose.
A ocorrência de diarréia, ainda no laboratório e ou nas primeiras horas a
seguir, reforça a conclusão de diagnóstico positivo para intolerância à
lactose.
Como se trata e como se previne? Uma vez caracterizado o diagnóstico, pode se prevenir
novos sintomas não usando leite e laticínios. Usando-os, a prevenção é mediante
a tomada de fermento sintético prévia a qualquer ingestão de lactose. Cabe
salientar que vários medicamentos, inclusive antidiarréicos e anti-reumáticos
contêm lactose no chamado excipiente, ou seja, no pó ou no líquido necessário
para poder conter a substância básica num comprimido ou solução; isso é
importante quando avaliamos os efeitos indesejáveis referidos pelos usuários.
Curiosidade: Nos EUA, um a cada quatro ou cinco adultos pode sofrer de algum grau de intolerância ao leite. Os descendentes brancos de europeus têm uma incidência menor de 25%, enquanto que na população de origem asiática o problema alcança 90%. Nos afro-americanos, nos índios e nos judeus, bem como nos mexicanos, a intolerância à lactose alcança níveis maiores que 50% dos indivíduos.
Fonte:ABC da Saúde
Fonte:ABC da Saúde
A Alergia ao leite de vaca (APLV) ou alergia à proteína do leite, ocorre pela presença de algumas proteínas do leite que são identificadas pelo nosso sistema imunológico como um agente agressor,desencadeando vários sintomas desagradáveis, como: diarréia, gases, cólicas,distensão abdominal, lesões na pele, dificuldade de respirar, pequeno sangramento intestinal, entre outros.
Ocorre mais agressivamente nos primeiros
anos de vida, principalmente na transição do leite materno para o leite de vaca
em bebês menores de 6 meses de vida. Os sintomas tendem a diminuir com passar
dos anos.
anos de vida, principalmente na transição do leite materno para o leite de vaca
em bebês menores de 6 meses de vida. Os sintomas tendem a diminuir com passar
dos anos.
Se ocorrerem sintomas
como os descritos acima é importante procurar ajuda e diagnosticar rapidamente
para que se inicie o tratamento correto, pois na intolerância é necessário
excluir ou ingerir baixa quantidade de alimentos que contenham lactose (depende
o grau de intolerância), na alergia ao leite de vaca é excluída a ingestão de
qualquer proteína do leite ou alimentos que contenham frações desta para evitar
o desencadeamento do processo alérgico.
como os descritos acima é importante procurar ajuda e diagnosticar rapidamente
para que se inicie o tratamento correto, pois na intolerância é necessário
excluir ou ingerir baixa quantidade de alimentos que contenham lactose (depende
o grau de intolerância), na alergia ao leite de vaca é excluída a ingestão de
qualquer proteína do leite ou alimentos que contenham frações desta para evitar
o desencadeamento do processo alérgico.
Fonte: Site Sem lactose
O que é? A pessoa que tem alergia a(s) proteína(s) do leite da vaca. São 3 as
principais proteínas do leite da vaca (caseína, β-lactoglobulina
e α-lactoalbumina). Os cinco tipos de caseínas (fosfoproteínas)
representam 80% das proteínas do leite, o restante é constituído pela β
-lactoglobulina e α-lactoalbumina com 16% e 4% do total das proteínas
respectivamente. Ou seja, APLV é uma reação alérgica à(s) proteina(s) do leite
de vaca. É muito mais comum em crianças, especialmente em bebês. Adultos
raramente tem APLV.
principais proteínas do leite da vaca (caseína, β-lactoglobulina
e α-lactoalbumina). Os cinco tipos de caseínas (fosfoproteínas)
representam 80% das proteínas do leite, o restante é constituído pela β
-lactoglobulina e α-lactoalbumina com 16% e 4% do total das proteínas
respectivamente. Ou seja, APLV é uma reação alérgica à(s) proteina(s) do leite
de vaca. É muito mais comum em crianças, especialmente em bebês. Adultos
raramente tem APLV.
O que se sente? Vômitos, cólicas, diarreia,
dor abdominal, prisão de ventre, presença de sangue nas fezes, dermatites
(vermelhidão na pele, descamação, pequenas bolhas e “pele grossa”), problemas
respiratórios (asma, chiado no peito e rinite) e emagrecimento. Podem ocorrer
em minutos, horas ou dias após a ingestão de leite de vaca ou
derivados, de forma persistente ou repetitiva.
dor abdominal, prisão de ventre, presença de sangue nas fezes, dermatites
(vermelhidão na pele, descamação, pequenas bolhas e “pele grossa”), problemas
respiratórios (asma, chiado no peito e rinite) e emagrecimento. Podem ocorrer
em minutos, horas ou dias após a ingestão de leite de vaca ou
derivados, de forma persistente ou repetitiva.
Como é feito o Diagnostico? É feito pelo médico, por
meio da observação dos sintomas, mas o diagnóstico é confirmado com o
"teste de desencadeamento", que consiste na observação de retirada do
leite de vaca e derivados com posterior reintrodução desses alimentos ou teste genético
ou sanguíneo realizado em laboratorio.
Como se trata e como se previne? Se a mãe ainda estiver
amamentando o filho no peito, ela pode e deve continuar amamentando, mas ela
deve seguir uma dieta especial, sem leite de vaca e derivados, sempre sob a
orientação de um profissional como uma nutricionista.
Se o bebê não estiver mais mamando no peito ele precisa seguir uma dietaespecial e nesse caso a dieta consiste na exclusão completa do leite de vaca e
seus derivados, além de todos os alimentos preparados com leite. Nesse caso
muita ATENÇÃO aos alimentos industrializados, que podem conter leite ou
ingredientes derivados (como, por exemplo, caseína, caseinato, soro do leite ou
proteína do soro).
Atenção na hora de substituir o leite de vaca por de outro mamífero (ovelha,
búfala), pois esses também podem causar reações alérgicas e não são indicados
para APLV.
O mais indicado nesse caso é o leite de soja.A grande dúvida é se o bebê voltará a ter uma vida normal, pode ser que sim já
que metade das crianças com alergia à proteína do leite de vaca melhora por
volta de um ano de idade. A maioria (90%) está curada ao completar três anos.
São poucas as pessoas que continuam alérgicas por toda a vida, mas acontece e
ai a pessoa precisa seguir uma dieta com exclusão total do leite.
Espero ajuda-los!
Em breve mais receitas...
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bj
